EM Inventários - Demonstração do Painel
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Este é um painel de demonstração com dados fictícios da empresa "Acme Consulting Ltda". Explore livremente os recursos disponíveis.

Painel de Resultados

Empresa: Acme Consulting Ltda (DEMO2024)
Total de Respostas
4
Média Depressão
35.0
Média Ansiedade
35.0
Média Estresse
27.5
Em Risco (Severo+)
100%

Média dos Escores por Subescala

Depressão
35.0
Ansiedade
35.0
Estresse
27.5

Cores: Verde (Normal) | Verde Claro (Leve) | Amarelo (Moderado) | Laranja (Severo) | Vermelho (Extremo)

Interpretação dos Resultados

Depressão Nível Extremamente Severo

Análise: Os indicadores de sintomas depressivos na equipe estão em nível crítico. Isso representa um risco significativo para a saúde mental coletiva e para a sustentabilidade das operações. Intervenção urgente é essencial.

Recomendações: INTERVENÇÃO CRÍTICA NECESSÁRIA. Acionar recursos de saúde mental especializados imediatamente. Avaliar causas sistêmicas profundas. Pode ser necessário reestruturação de processos, revisão de liderança ou até afastamentos temporários. Priorizar a saúde da equipe acima de metas produtivas.

Ansiedade Nível Extremamente Severo

Análise: Os indicadores de ansiedade na equipe estão em nível crítico. Isso representa risco para a saúde da equipe e pode estar levando a quadros de pânico, afastamentos e rotatividade. A situação é insustentável.

Recomendações: CRISE ORGANIZACIONAL. Intervenção especializada imediata. Suspender temporariamente metas e prazos agressivos. Implementar programa de crise com apoio psicológico intensivo. Reavaliar completamente modelo de gestão e cultura organizacional.

Estresse Nível Severo

Análise: A equipe apresenta níveis graves de estresse. O grupo está operando em sobrecarga evidente, com esgotamento, irritabilidade intensa e dificuldade crônica em 'desligar'. Alto risco de burnout coletivo.

Recomendações: Intervenção urgente. Reduzir imediatamente cargas de trabalho excessivas. Implementar programa de prevenção ao burnout. Revisar expectativas e prazos. Oferecer apoio psicológico e possibilidade de pausas/férias. Avaliar modelo de gestão.

Subescala Média Normal Leve Moderado Severo Extremo
Depressão 35.0 0 0 0 1 3
Ansiedade 35.0 0 0 0 0 4
Estresse 27.5 1 1 0 0 2
Total de Respostas
9
Média Exaustão
2.81
Média Desligamento
2.60
Em Risco (Alto)
67%

Média dos Escores por Dimensão

Exaustão
2.81
Desligamento
2.60

Escala: 1.0-2.19 (Baixo) | 2.20-2.99 (Moderado) | 3.0-4.0 (Alto)

Interpretação dos Resultados

Exaustão Nível Moderado

Análise: A equipe apresenta níveis moderados de exaustão. Parte do grupo pode estar sentindo cansaço significativo, dificuldade em recuperar energia e sensação de esgotamento ao final do expediente.

Recomendações: Revisar cargas de trabalho e distribuição de tarefas. Implementar políticas de descanso efetivas (pausas, férias respeitadas). Avaliar fatores que podem estar contribuindo para o desgaste (horas extras, pressão, recursos insuficientes).

Desligamento do Trabalho Nível Moderado

Análise: A equipe apresenta níveis moderados de desligamento. Parte do grupo pode estar perdendo o senso de propósito, sentindo distanciamento emocional do trabalho e questionando o valor de suas contribuições.

Recomendações: Reavaliar cultura organizacional e práticas de gestão. Promover clareza sobre propósito e impacto do trabalho. Implementar programas de reconhecimento significativo. Oferecer oportunidades de desenvolvimento e participação em decisões.

Respostas Coletadas
8
Dimensões em Risco
5
(de 15 total)
Risco Psicossocial
Moderado
Domínios Avaliados
6

Escores Médios por Domínio COPSOQ III

I - Exigências no Trabalho
47.4
II - Organização do Trabalho e Conteúdo
47.1
III - Relações Interpessoais e Liderança
40.8
IV - Interface Trabalho-Indivíduo
50.6
V - Valores, Saúde e Bem-Estar
35.2
VI - Comportamentos Ofensivos
31.3

Escala: 0-100 | Cores: Verde (Favorável) | Amarelo (Alerta) | Vermelho (Crítico)

Escores Médios por Dimensão (15)

Exigências Quantitativas e Ritmo
48.2
Exigências Cognitivas
46.9
Exigências Emocionais
52.3
Influência e Controle
72.4
Possibilidades de Desenvolvimento
54.7
Significado e Variedade
67.8
Confiança Organizacional
43.5
Justiça Organizacional e Respeito
38.5
Liderança e Apoio Social
49.3
Conflito Trabalho-Família
51.2
Satisfação com o Trabalho
68.1
Insegurança Laboral
44.5
Saúde Geral e Sintomas
36.7
Burnout e Estresse
33.8
Comportamentos Ofensivos
31.3

Interpretação dos Resultados

Esta seção apresenta a análise técnica dos resultados por dimensão do COPSOQ III. Os textos interpretativos seguem as diretrizes do Manual COPSOQ III BR e são adequados para inclusão em laudos de PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) conforme NR-1.

1. Exigências Quantitativas e Ritmo Alerta

Escore: 48.2

ANÁLISE TÉCNICA:
Identifica-se um cenário de intensificação intermitente do trabalho. Embora não haja sobrecarga crônica, existem períodos críticos (sazonais ou gargalos de processo) onde a demanda excede a capacidade operacional padrão, exigindo aceleração do ritmo e supressão de pausas. O trabalhador opera em "estado de alerta", com custo energético elevado para manter as entregas.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Risco Ergonômico Moderado. Potencial gerador de fadiga residual e erros operacionais por hipovigilância. Classificação de prioridade intermediária para medidas administrativas.

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Realizar Análise Ergonômica do Trabalho (AET) focada em cronoanálise para identificar os gargalos temporais. Implementar rodízio de tarefas nos períodos de pico para evitar a saturação de grupos específicos.

2. Exigências Cognitivas Alerta

Escore: 46.9

ANÁLISE TÉCNICA:
A atividade exige atenção sustentada prolongada ou gerenciamento frequente de informações complexas. O trabalhador relata cansaço mental ao final do turno, indicando que a "bateria cognitiva" está sendo drenada quase totalmente. O ambiente pode apresentar ruídos ou interrupções que elevam o esforço necessário para manter o foco.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Risco de Fadiga Mental. A probabilidade de falha humana aumenta exponencialmente nas horas finais da jornada devido à saturação cognitiva.

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Implementação de ferramentas de apoio à decisão (checklists, fluxogramas) para reduzir a carga de memória de trabalho. Revisão das condições ambientais (acústica e iluminação) conforme NR-17 para reduzir estressores externos.

3. Exigências Emocionais Alerta

Escore: 52.3

ANÁLISE TÉCNICA:
Ocorre a exigência de "Trabalho Emocional" (Emotional Labor). O colaborador precisa modular suas expressões faciais e vocais para atender a normas organizacionais (ex: sorrir mesmo diante de hostilidade), gerando dissonância emocional. O contato com público difícil é frequente, demandando resiliência.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Desgaste Emocional Cumulativo. Fator de risco para irritabilidade crônica, despersonalização leve e distúrbios psicossomáticos (gastrites, enxaquecas).

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Capacitação em Inteligência Emocional e técnicas de desescalada de conflitos. Criação de áreas de descompressão (Quiet Rooms) para recuperação após atendimentos tensos.

4. Influência e Controle Favorável

Escore: 72.4

ANÁLISE TÉCNICA:
O trabalhador possui "Latitude de Decisão". Existe autonomia real para influenciar o ritmo de trabalho, a ordem das tarefas e a escolha dos métodos operacionais. Esta condição permite o desenvolvimento de estratégias operatórias que adaptam a carga de trabalho à variabilidade do dia a dia.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Fator de Proteção Psicossocial. Segundo o Modelo Karasek, o alto controle anula os efeitos nocivos das altas demandas, configurando um trabalho "Ativo" e saudável.

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Fomento à cultura de autogestão. Utilizar as equipes com este perfil como modelo para reestruturação de outras áreas.

5. Possibilidades de Desenvolvimento Alerta

Escore: 54.7

ANÁLISE TÉCNICA:
Sinais de estagnação funcional. O trabalho tornou-se repetitivo e deixou de oferecer novos desafios. O trabalhador opera em "piloto automático", sem necessidade de mobilizar sua inteligência prática, o que pode levar à desmotivação gradual.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Risco de Tédio e comportamentos de passividade.

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Introdução de projetos transversais e rotação de funções (Job Rotation) para apresentar novos cenários e desafios à equipe.

6. Significado e Variedade Favorável

Escore: 67.8

ANÁLISE TÉCNICA:
O trabalhador identifica uma conexão clara entre suas atividades diárias e um propósito maior (social ou organizacional). O trabalho é vivenciado como algo útil e valioso, conferindo identidade e dignidade ao profissional. O posto de trabalho caracteriza-se pela riqueza de estímulos e diversidade de operações.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Fator de Resiliência Psicológica. O sentido do trabalho é o maior protetor contra o sofrimento mental em situações de crise. Condição Ergonômica Preservada pela variedade.

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Reforço contínuo da missão organizacional e do impacto social das atividades da empresa (Endomarketing estratégico). Manutenção do desenho do cargo.

7. Confiança Organizacional Alerta

Escore: 43.5

ANÁLISE TÉCNICA:
Início de erosão do tecido social. A comunicação oficial compete com canais informais ("Rádio Peão"), gerando ruído e ambiguidade. O trabalhador adota postura de ceticismo ("ver para crer") e começa a reter informações como forma de poder ou defesa. A coesão grupal está fragilizada.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Risco de Clima Organizacional. Potencial para conflitos latentes e redução da colaboração espontânea.

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Auditoria da Comunicação Interna. A liderança deve ser treinada para explicar o racional ("o porquê") das decisões, mitigando a percepção de arbitrariedade.

8. Justiça Organizacional e Respeito Crítico

Escore: 38.5

ANÁLISE TÉCNICA:
Cenário de Violência Organizacional. Predomina a injustiça e a hostilidade. Relatos de desrespeito, humilhação, gritos ou ironias são naturalizados. A distribuição de carga é punitiva ou discriminatória. Este é o substrato fértil para o Assédio Moral institucionalizado.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Risco Jurídico e Sanitário Crítico. Nexo causal direto para Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) e Depressão. Risco iminente de denúncias ao Ministério Público do Trabalho (MPT).

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Política de Tolerância Zero. Afastamento cautelar de agressores. Investigação independente de denúncias. Treinamento mandatório e ostensivo sobre Assédio Moral e Sexual para toda a hierarquia.

9. Liderança e Apoio Social Alerta

Escore: 49.3

ANÁLISE TÉCNICA:
Liderança Distante ou Tecnicista. O gestor foca apenas nos indicadores, negligenciando o fator humano e a gestão de conflitos. O apoio entre colegas é reativo (só ocorre se pedido explicitamente). O trabalhador sente-se parcialmente desamparado na resolução de problemas complexos.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Vulnerabilidade ao Estresse. A falta de suporte aumenta a percepção de carga de trabalho.

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Treinamento de Soft Skills para liderança (Escuta Ativa, Feedback). Instituir reuniões One-on-One regulares para reaproximação.

10. Conflito Trabalho-Família Alerta

Escore: 51.2

ANÁLISE TÉCNICA:
Fronteiras Porosas. A tecnologia permite invasões frequentes (mensagens, e-mails) fora do expediente. O trabalhador sente culpa ao se desconectar ou precisa alterar planos familiares devido a demandas de última hora.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Dupla Jornada Mental. Acúmulo de estresse residual pela falta de desligamento completo.

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Política de Etiqueta Digital (restrição de mensagens fora do horário). Revisão de prazos que exigem horas extras habituais.

11. Satisfação com o Trabalho Favorável

Escore: 68.1

ANÁLISE TÉCNICA:
Alta Satisfação Laboral. O trabalhador sente-se realizado, bem remunerado e tecnicamente competente na função. Há alinhamento entre expectativas e realidade.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Indicador de Saúde Mental Positiva. Baixo risco de rotatividade voluntária.

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Manutenção das políticas de Benefícios e Carreira.

12. Insegurança Laboral Alerta

Escore: 44.5

ANÁLISE TÉCNICA:
Clima de Incerteza e Rumor. A falta de clareza sobre o futuro da empresa ou reestruturações mal comunicadas geram ansiedade flutuante. O foco produtivo é prejudicado pela vigilância constante a sinais de perigo ("quem será demitido?").

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Estresse por Antecipação. Deterioração do clima e aumento do comportamento defensivo.

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Plano de Comunicação Estratégica. A Direção deve esclarecer fatos e combater boatos imediatamente.

13. Saúde Geral e Sintomas Crítico

Escore: 36.7

ANÁLISE TÉCNICA:
Prevalência de Adoecimento. Índices elevados de sintomas depressivos (tristeza, anedonia), ansiosos (nervosismo, pânico) ou somatizações severas. A capacidade laborativa está comprometida.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Epidemia Ocupacional. Indicador de que o ambiente é patogênico. Nexo causal provável.

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Intervenção Médica Curativa e Preventiva. Encaminhamento para especialistas. Afastamentos necessários. Investigação da causa raiz organizacional (sobrecarga/assédio).

14. Burnout e Estresse Crítico

Escore: 33.8

ANÁLISE TÉCNICA:
Síndrome de Burnout Instalada ou Iminente. Tríade sintomática: Exaustão emocional severa, Despersonalização (cinismo/indiferença) e Baixa Realização. Colapso físico e mental.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Emergência Sanitária. Risco máximo de incapacidade laboral temporária ou permanente.

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Protocolo de Resgate. Afastamento médico imediato dos casos agudos. Reestruturação urgente dos processos de trabalho dos setores afetados para reduzir a carga alostática.

15. Comportamentos Ofensivos Crítico

Escore: 31.3

ANÁLISE TÉCNICA:
Identificação de eventos sentinela de violência no trabalho (Assédio Moral, Sexual, Ameaças ou Violência Física). Mesmo um único caso indica falha nos mecanismos de contenção e civilidade.

DIAGNÓSTICO PGR (NR-01):
Risco Jurídico e Social Máximo. Tolerância Zero. A presença destes eventos invalida qualquer resultado positivo em outras dimensões, pois contamina a segurança psicológica de todo o grupo.

PLANO DE AÇÃO (NR-01):
Acolhimento: Garantir proteção e suporte psicológico à vítima. Apuração: Sindicância sigilosa e rigorosa. Punição/Correção: Aplicação das medidas disciplinares cabíveis. Prevenção: Revisão crítica da cultura organizacional.

Respostas Válidas
13
Média Geral (E 0-100)
56.1
Dimensões em Vermelho
3

Resultados Médios por Dimensão (E 0-100)

Exigências Quantitativas
54.2
Ritmo de Trabalho
58.3
Exigências Cognitivas
62.1
Influência no Trabalho
68.4
Possibilidades de Desenvolvimento
71.5
Qualidade da Liderança
52.7
Apoio Social de Colegas
48.9
Apoio Social de Superiores
63.2
Conflitos no Trabalho
72.8
Comunidade Social no Trabalho
65.3
Insegurança Laboral
42.1
Previsibilidade
56.8
Reconhecimento (Estima)
47.3
Satisfação no Trabalho
70.2
Burnout
41.7

Interpretação dos Resultados

Os resultados apresentam a média (E 0-100) por dimensão e um resumo interpretativo com base no nível predominante observado entre os respondentes.

Insegurança no Emprego Risco

Média (E 0-100): 42.1

ALTO RISCO: Alta Preocupação com a Insegurança no Emprego

Valores baixos (0-32) nesta dimensão indicam que o grupo se sente frequentemente preocupado em ficar desempregado ou que as suas condições de trabalho podem mudar negativamente. Isso leva a altos níveis de ansiedade e estresse crônico.

Sinais de alerta: Medo de mudanças, alta ansiedade e a sensação de que o futuro é incerto.

Recomendações: Tentar discernir entre a percepção e a realidade objetiva. Investir proativamente em novas habilidades e networking. A liderança deve ser transparente sobre o futuro da empresa.

Saúde Geral Risco

Média (E 0-100): 38.5

Nível Risco: Sintomas Frequentes e Comprometimento da Saúde

Valores baixos nesta dimensão indicam que o grupo relata frequentemente sintomas físicos e psicológicos, como dores de cabeça, problemas de sono, fadiga persistente e stress. A saúde geral está comprometida, e o trabalho pode estar contribuindo para o adoecimento.

Sinais de alerta: Aumento de faltas por doença, uso de medicamentos frequentes e sensação de mal-estar constante.

Recomendações: Procurar avaliação médica urgente para descartar condições graves. Investigar as condições de trabalho (ergonomia, carga, ambiente) que possam estar contribuindo para os sintomas. A liderança deve priorizar ações de saúde ocupacional imediatas.

Burnout Risco

Média (E 0-100): 41.7

ALTO RISCO: Nível Elevado de Esgotamento Profissional (Burnout)

Valores baixos (0-32) nesta dimensão indicam que o grupo frequentemente se sente exausto devido ao trabalho, com cinismo e baixa realização profissional, o que exige intervenção imediata.

Sinais de alerta: Exaustão crônica, despersonalização.

Recomendações: Procurar ajuda profissional (médico, psicólogo). Identificar as fontes de exaustão e negociar redução de carga. Estabelecer horários para desconexão digital.

Reconhecimento (Estima) Intermediário

Média (E 0-100): 47.3

Nível Intermediário: Reconhecimento Variável e Necessidade de Reforço

Neste nível, o grupo recebe algum reconhecimento, mas pode haver inconsistências ou a sensação de que o esforço nem sempre é totalmente percebido. O grupo pode sentir que a compensação é razoável, mas que há espaço para melhorias no aspeto social ou na progressão de carreira.

Sinais de alerta: Sentimento de que o esforço extra não é notado ou que as recompensas são distribuídas de forma desigual.

Recomendações: Manter um registro das realizações e resultados da equipe para apresentá-los de forma concreta à liderança. Praticar o reconhecimento com colegas e superiores (agradecer) para incentivar a cultura.

Previsibilidade Intermediário

Média (E 0-100): 56.8

Nível Intermediário: Certa Previsibilidade, com Margem para Melhoria

Neste nível, o grupo tem acesso a informações importantes, mas pode haver momentos de incerteza ou falhas na comunicação, levando a surpresas ou mudanças de planos de última hora. A previsibilidade é sentida na maior parte do tempo, mas a inconsistência na transparência pode gerar alguma ansiedade.

Sinais de alerta: Fofocas ou rumores sobre mudanças não confirmadas, ou a percepção de que informações importantes chegam tarde.

Recomendações: Desenvolver o hábito de buscar proativamente informações em fontes confiáveis. Sugerir melhorias nos canais de comunicação à liderança.

Exigências Cognitivas Favorável

Média (E 0-100): 62.1

Nível Favorável: Carga Mental Equilibrada

O perfil da função apresenta equilíbrio na carga mental. As demandas por memória, atenção e tomada de decisão são proporcionais à competência dos trabalhadores e aos recursos informacionais disponíveis. O ambiente favorece a concentração sem exigir esforço compensatório excessivo.

Recomendações: Acompanhamento passivo dos indicadores de desempenho e qualidade. Garantir que atualizações de software ou procedimentos sejam acompanhadas de treinamento prévio.

Influência Favorável

Média (E 0-100): 68.4

Nível Favorável: Alto Grau de Autonomia e Controle

Valores altos (66-100) nesta dimensão indicam que o grupo tem um alto grau de autonomia e controle sobre o seu trabalho, incluindo as tarefas, os métodos de execução e a ordem de prioridade. Esta autonomia é um forte impulsionador de engajamento e motivação.

Recomendações: Continuar a utilizar a autonomia de forma responsável para otimizar processos e alcançar os objetivos. Aproveitar a liberdade para propor e implementar novas ideias e melhorias.

Possibilidades de Desenvolvimento Favorável

Média (E 0-100): 71.5

Nível Favorável: Oportunidades Abundantes de Crescimento

Valores altos (66-100) nesta dimensão indicam que o trabalho oferece amplas oportunidades para a equipe aprender, aprimorar habilidades e crescer profissionalmente. O ambiente é percebido como estimulante, onde o grupo tem acesso a novos desafios, formação e desenvolvimento contínuo.

Recomendações: Continuar buscando proativamente por treinamentos e projetos desafiadores. Estabelecer objetivos de desenvolvimento de longo prazo alinhados com as aspirações do grupo.

Comunidade Social no Trabalho Favorável

Média (E 0-100): 65.3

Nível Favorável: Forte Senso de Pertencimento

A equipe apresenta forte senso de comunidade e pertencimento. Os colaboradores sentem-se parte integrante do ambiente de trabalho, com boas relações sociais que vão além das demandas operacionais.

Recomendações: Manter e celebrar os rituais sociais da equipe. Continuar promovendo integração entre membros novos e antigos.

Ritmo de Trabalho Intermediário

Média (E 0-100): 58.3

Nível Intermediário: Ritmo Variável e Pressão Externa

Neste nível, o grupo experimenta uma variação no controlo do ritmo. Há momentos em que a equipe consegue definir o seu próprio ritmo, mas também enfrenta períodos em que é forçada a acelerar devido a pressões externas.

Sinais de alerta: Sentir que o dia é dominado por urgências de última hora, dificuldade em manter a rotina planeada.

Recomendações: Negociar prazos sempre que possível. Reservar blocos de tempo 'protegidos' na agenda para trabalho focado, livre de interrupções.

Qualidade da Liderança Intermediário

Média (E 0-100): 52.7

Nível Intermediário: Liderança Competente, com Espaço para Aprimoramento

Neste nível, a liderança é geralmente competente, mas falhas pontuais na comunicação, na resolução de conflitos ou no fornecimento de suporte geram frustração. O grupo percebe a liderança como capaz, mas inconsistente.

Sinais de alerta: Sentimento de que a liderança é boa em umas áreas, mas falha em outras (ex: técnica, mas não interpessoal).

Recomendações: Oferecer feedback construtivo e específico para a liderança sobre as áreas que precisam de aprimoramento.

Apoio Social de Colegas Intermediário

Média (E 0-100): 48.9

Nível Intermediário: Apoio Presente, mas Inconsistente

Neste nível, o grupo recebe algum apoio dos colegas, mas pode ser inconsistente, limitado a um pequeno grupo ou focado apenas em questões de trabalho, sem o componente emocional.

Sinais de alerta: Dificuldade em pedir ajuda ou sentir que o apoio é mais uma troca de favores do que uma solidariedade genuína.

Recomendações: Identificar colegas de confiança e estabelecer um relacionamento de apoio mútuo. Ser proativo em oferecer ajuda aos colegas.

Apoio Social de Superiores Favorável

Média (E 0-100): 63.2

Nível Favorável: Suporte Adequado da Gestão

Valores altos nesta dimensão indicam que o grupo recebe apoio consistente dos superiores, incluindo suporte emocional, feedback construtivo e recursos necessários para realizar o trabalho.

Recomendações: Continuar a manter canais de comunicação abertos com a gestão. Reconhecer publicamente o suporte recebido para reforçar esse comportamento positivo.

Conflitos no Trabalho Favorável

Média (E 0-100): 72.8

Nível Favorável: Ambiente Harmonioso

Valores altos indicam baixa frequência de conflitos interpessoais ou tensões no ambiente de trabalho. A equipe consegue resolver divergências de forma construtiva quando surgem.

Recomendações: Manter práticas de comunicação clara. Continuar promovendo respeito mútuo e resolução colaborativa de problemas.

Respostas Coletadas
17
Média Inclusão
3.42
Em Risco (Exclusão)
12%

Distribuição por Nível de Inclusão

Exclusão/Risco
2
Transição
10
Alta Inclusão
5

Média Geral de Inclusão: 3.42 (Escala 1-5)

Interpretação dos Resultados

Experiência de Inclusão Transição

Média: 3.42 (Escala 1-5)

ANÁLISE: A equipe apresenta níveis intermediários de inclusão. A maioria dos colaboradores vivencia uma sensação parcial de pertencimento, mas ainda existem barreiras que impedem a plena integração. Parte do grupo pode sentir-se "de fora" em decisões ou interações sociais.

RECOMENDAÇÕES: Implementar práticas de diversidade e inclusão ativas. Promover espaços de escuta e participação equitativa. Revisar processos que possam gerar exclusão (linguagem, rituais, acesso a informações). Treinamento de lideranças em gestão inclusiva.

Respostas Coletadas
15
IGI (Índice Geral)
3.00
Classificação
Inclusão Moderada
Dimensões em Risco
4

Gráfico de Radar - 5 Dimensões de Inclusão

Grupo (4.5) Organização (4.2) Supervisor (3.8) Alta Gestão (3.5) Social/Informal (4.8)

Escala: 1-6 | Centro = Exclusão | Borda = Alta Inclusão | IGI: 4.12

Interpretação dos Resultados

Panorama de Inclusão Organizacional

IGI Médio
3.00
Escala 1.00-6.00
Classificação Geral
Inclusão Moderada
Dimensões em Risco
4
de 5 total

Inclusão em Transição

O IGI médio de 3.00 sugere uma experiência mista. Há elementos positivos, mas também lacunas significativas que precisam de atenção urgente para evitar deterioração e promover avanços.

Atenção especial para: Supervisor, Organização, Alta Gestão e Grupo de Trabalho.

Ações Recomendadas:
  • Mapear diferenças de percepção entre grupos demográficos
  • Fortalecer comunicação top-down e bottom-up
  • Criar espaços seguros para diálogo sobre diversidade e inclusão
  • Revisar processos de tomada de decisão para ampliar participação
  • Celebrar avanços e reconhecer áreas de melhoria

Análise Detalhada por Dimensão

Nota: Esta seção apresenta apenas as dimensões com média abaixo de 3.5, que requerem atenção especial conforme o manual técnico da escala Mor Barak.

Supervisor ≤3.5

Média: 3.3

DIAGNÓSTICO: A relação com supervisores imediatos apresenta lacunas significativas. Colaboradores podem sentir falta de apoio, feedback construtivo ou reconhecimento por parte de seus líderes diretos.

IMPACTOS PROVÁVEIS: Supervisores são a "ponte" entre colaboradores e organização. Quando esta dimensão está baixa, há risco de desengajamento, falta de clareza sobre expectativas e sensação de desvalorização.

RECOMENDAÇÕES ESPECÍFICAS:

  • Capacitar supervisores em habilidades de liderança inclusiva e feedback construtivo
  • Estabelecer rituais regulares de 1-on-1 entre supervisor e colaborador
  • Implementar avaliação 360° para supervisores identificarem pontos cegos
  • Criar grupos de mentoria onde supervisores compartilhem boas práticas

Organização ≤3.0 - Crítico

Média: 2.9

DIAGNÓSTICO CRÍTICO: A percepção de inclusão em nível organizacional está abaixo do limiar aceitável. Colaboradores sentem que políticas, processos e cultura organizacional não promovem pertencimento ou valorização da diversidade.

IMPACTOS PROVÁVEIS: Alta rotatividade, dificuldade em atrair talentos diversos, clima de desconfiança sistêmica e risco reputacional.

RECOMENDAÇÕES URGENTES:

  • Auditoria de Políticas: Revisar todas as políticas de RH (recrutamento, promoção, remuneração) sob lente de equidade
  • Programa Estruturado de D&I: Criar comitê de Diversidade e Inclusão com orçamento e metas claras
  • Comunicação Institucional: Liderança sênior deve comunicar publicamente compromisso com inclusão
  • Canais de Denúncia: Fortalecer mecanismos seguros para reportar discriminação ou exclusão
  • Grupos de Afinidade: Apoiar formação de ERGs (Employee Resource Groups) para grupos sub-representados

Alta Gestão ≤3.0 - Crítico

Média: 3.0

DIAGNÓSTICO: A percepção de inclusão em relação à Alta Gestão está no limite crítico. Colaboradores sentem que as decisões estratégicas são tomadas de forma distante ou opaca, sem considerar suas perspectivas.

IMPACTOS PROVÁVEIS: Desconexão entre estratégia e execução, cinismo em relação à liderança, baixa confiança organizacional.

RECOMENDAÇÕES ESPECÍFICAS:

  • Town Halls Regulares: Sessões mensais onde alta gestão responde perguntas anônimas de colaboradores
  • Shadow Days: Executivos passam dias acompanhando operação para entender realidade do dia a dia
  • Transparência nas Decisões: Publicar "decision logs" explicando o racional de decisões estratégicas
  • Representatividade: Avaliar diversidade no C-level e board; estabelecer metas públicas se necessário

Grupo de Trabalho ≤2.5 - Crítico Severo

Média: 2.4

DIAGNÓSTICO SEVERO: Esta é a dimensão mais crítica. Colaboradores não sentem inclusão no nível mais imediato — suas equipes de trabalho. Pode haver cliques, exclusão deliberada ou falta de segurança psicológica.

IMPACTOS IMEDIATOS: Produtividade comprometida, conflitos interpessoais, sofrimento psíquico, risco de assédio moral.

INTERVENÇÃO URGENTE:

  • Diagnóstico Qualitativo: Conduzir grupos focais para entender dinâmicas tóxicas específicas
  • Mediação de Conflitos: Trazer facilitadores externos para mediar tensões existentes
  • Reestruturação de Times: Avaliar se composição atual dos times está sustentável ou se precisa reconfiguração
  • Normas de Convivência: Co-criar com equipes "acordos de trabalho" explícitos sobre respeito e colaboração
  • Segurança Psicológica: Treinar toda equipe em comunicação não-violenta e escuta ativa
  • Acompanhamento Semanal: RH deve fazer check-ins frequentes até situação se estabilizar
Respostas Coletadas
14
Escore Médio
22.3
Categoria
Satisfeito

Distribuição por Categoria

Extremamente
Insatisfeito
0
Insatisfeito
1
Ligeiramente
Insatisfeito
2
Ligeiramente
Satisfeito
3
Satisfeito
6
Extremamente
Satisfeito
2

Escala: 5-35 | Escore médio do grupo: 22.3 pontos

Interpretação dos Resultados

Satisfação com a Vida Satisfeito

Escore Médio: 22.3

ANÁLISE: A equipe apresenta níveis adequados de satisfação geral com a vida. A maioria dos colaboradores (57%) está "Satisfeita" ou mais, indicando que percebem suas vidas como próximas ao ideal desejado. Este é um indicador positivo de bem-estar subjetivo.

RECOMENDAÇÕES: Manter políticas de equilíbrio trabalho-vida. Atenção aos 3 colaboradores em faixas de insatisfação (21% do grupo), que podem estar enfrentando dificuldades pessoais ou profissionais que merecem suporte.

Respostas Coletadas
12
Individualista (Risco)
2.87
Coletivista (Proteção)
3.64
Risco Assédio
8%

Distribuição dos Perfis de Gestão Percebidos

Individualista
(Risco)
3
Coletivista
(Proteção)
7
Paradoxal
(Contraditório)
1
Indefinido
(Transição)
1

Médias Organizacionais: Individualista 2.87 | Coletivista 3.64

📋 Interpretação dos Resultados

🚨 ALERTA CRÍTICO: ALTO RISCO DE ASSÉDIO

A média organizacional do Estilo Individualista está em 3.67. 1 colaborador (33.3%) apresenta média ≥ 4.0, indicando risco muito grave de gestão assediadora (Facas, 2021).

Este cenário caracteriza ambiente propício ao assédio organizacional e exige intervenção imediata.

Resumo Geral – Estilos de Gestão

Individualista
3.67
Média (Escala 1-5)
Coletivista
2.51
Média (Escala 1-5)
Risco de Assédio
33.3%
1 de 3 avaliados

✅ GESTÃO COLETIVISTA: BAIXO RISCO DE ASSÉDIO (IGUALDADE E JUSTIÇA)

2 colaboradores (66.7%) apresentam estilo de gestão predominantemente coletivista, caracterizado por cooperação, confiança mútua, reconhecimento do trabalho em equipe e valorização da diversidade de competências.

Este perfil atua como fator de proteção psicossocial, reduzindo significativamente o risco de assédio moral e promovendo um ambiente de trabalho saudável e produtivo.

Onde a equipe forma seus Grupos

Análise de afiliação conforme teste de independência χ² (Facas, 2021)

Perfil Intragrupo Intergrupo Interpretação
Individualista (RISCO) Alta Baixa Forma "panelinhas"; exclui quem é diferente
Coletivista (PROTEÇÃO) Moderada Alta Integra pessoas diversas; promove inclusão
Paradoxal Variável Variável Comportamento inconsistente; depende do contexto

⚠️ Análise Detalhada

ATENÇÃO: (1) gestores apresentam estilo individualista com média ≥ 3.5, indicando práticas de gestão que priorizam hierarquia rígida, controle centralizado e competição individual. Este padrão está associado a:

  • Risco elevado de assédio moral (direto ou indireto)
  • Clima organizacional tóxico e cultura do medo
  • Alta rotatividade e absenteísmo por sofrimento psíquico
  • Redução da criatividade e inovação (medo de errar)
  • Problemas de saúde mental (burnout, ansiedade, depressão)

🎯 Recomendações para Perfis de Alto Risco (Individualista ≥ 4.0)

Intervenção Obrigatória:

  • Coaching Executivo Intensivo: Acompanhamento individual focado em desenvolvimento de habilidades interpessoais e gestão humanizada
  • Feedback 360° Formal: Avaliação estruturada por subordinados, pares e superiores para identificar comportamentos problemáticos
  • Plano de Desenvolvimento Individual (PDI): Metas específicas e mensuráveis de mudança comportamental, com revisão trimestral
  • Treinamento em Segurança Psicológica: Capacitação obrigatória sobre impactos do assédio e práticas de liderança inclusiva
  • Monitoramento Ativo: RH deve acompanhar indicadores da equipe (turnover, absenteísmo, clima) e realizar entrevistas confidenciais com subordinados
  • Consequências Claras: Comunicar que persistência de comportamentos tóxicos resultará em medidas disciplinares progressivas

💡 Recomendações Gerais (Todos os Perfis)

  • Política Anti-Assédio: Revisar e comunicar amplamente a política organizacional, com exemplos concretos de comportamentos inaceitáveis
  • Canais de Denúncia: Fortalecer mecanismos seguros e anônimos para reportar assédio ou gestão abusiva
  • Cultura de Reconhecimento: Valorizar publicamente gestores com estilo coletivista e resultados positivos de clima
  • Seleção e Promoção: Incluir avaliação de estilo de gestão nos processos de seleção e promoção para cargos de liderança
  • Reaplicação Periódica: Avaliar EEG anualmente para monitorar evolução e efetividade das intervenções

✅ POSITIVO: Gestão Coletivista Predominante

A organização cultiva um modelo de gestão saudável, focado na cooperação, confiança mútua e reconhecimento do trabalho em equipe. Este estilo atua como um poderoso fator de proteção à saúde mental dos trabalhadores.

Recomendações

  • MANTER: Consolidar as boas práticas de gestão participativa identificadas
  • Documentar e compartilhar casos de sucesso do modelo colaborativo
  • Monitorar periodicamente para manter o padrão de qualidade

Distribuição dos Perfis

Coletivista (Proteção) 7 colaboradores (58%)
Individualista (Risco) 3 colaboradores (25%)
Paradoxal (Contraditório) 1 colaborador (8%)
Indefinido (Transição) 1 colaborador (8%)
Respostas Coletadas
16
Escore Médio
4.78
Nível
Alta
Em Risco (Baixa)
6%

Distribuição por Nível de Segurança Psicológica

Baixa
1
Média
4
Alta
11

Escala: 1-7 | Escore médio do grupo: 4.78

Interpretação dos Resultados

Resultado do Grupo – ESP

4.78
Segurança Psicológica Alta
(Escala: 1.00 - 7.00)

Alta Performance e Inovação Aberta

O que este resultado indica:

Parabéns! A equipe atingiu um patamar de excelência onde a segurança psicológica é um ativo estratégico. Os membros sentem-se plenamente confortáveis para serem autênticos, valorizar competências diversas e tratar erros como "degraus" para o sucesso futuro.

Implicações: Este ambiente favorece a inovação rápida e a agilidade na resposta a crises. A transparência na comunicação reduz o tempo de ciclo de aprendizagem e fortalece a retenção de talentos, uma vez que o sentimento de pertencimento e valorização é elevado. Em equipes com alta segurança psicológica, os membros compartilham informações livremente, pedem ajuda sem constrangimento e se sentem à vontade para experimentar novas abordagens.

Ações Recomendadas:

  • Manter o clima enquanto aumenta a exigência: o desafio é preservar este ambiente seguro enquanto se elevam os padrões de accountability. Um ambiente seguro sem metas desafiadoras pode levar à complacência.
  • Foco em "falhas inteligentes": investir em experimentos de baixo custo que tragam novos conhecimentos estratégicos, aproveitando que o medo do erro não paralisa a equipe.
  • Compartilhar práticas: documentar e disseminar as práticas que criaram este clima para outras equipes da organização.
  • Monitoramento contínuo: realizar avaliações periódicas para garantir que a segurança psicológica se mantenha, especialmente durante mudanças de liderança ou composição da equipe.

Importante: Este resultado é apenas um rastreio e não substitui uma avaliação profissional.

Referência Científica:
Edmondson, A. (1999). Psychological Safety and Learning Behavior in Work Teams. Administrative Science Quarterly.
Ramalho, N. & Porto, J. (2021). Evidências de validade da Escala de Segurança Psicológica (versão otimizada de 6 itens).

Detalhamento

Classificação Quantidade %
Alta 11 69%
Média 4 25%
Baixa 1 6%
Respostas Coletadas
11
Pessoas com Uso
7
Uso de Risco
3
Uso Injetável
0

Distribuição do Uso por Substância

Álcool
4 Baixo
2 Mod.
1 Alto
7
Tabaco
3 Baixo
1 Mod.
4
Maconha
2 Baixo
1 Alto
3

Total de pessoas: 11 | Com uso: 7 (64%) | Sem uso: 4 (36%)

Interpretação dos Resultados

Panorama Geral

Das 11 pessoas avaliadas, 7 (63.6%) reportaram uso de alguma substância psicoativa.

3 pessoas (27.3%) apresentam padrão de risco moderado ou alto em pelo menos uma substância.

⚠️ Substâncias Mais Prevalentes

1. Álcool (7 pessoas)
4 baixo 2 moderado 1 alto
2. Tabaco (4 pessoas)
3 baixo 1 moderado
3. Maconha (3 pessoas)
2 baixo 1 alto

💡 Recomendações para a Organização

  • Programas de Prevenção: Implementar ações educativas sobre uso seguro e riscos das substâncias mais prevalentes.
  • Apoio Profissional: Disponibilizar acesso facilitado a CAPS-AD, psicólogos e grupos de apoio (AA, NA).
  • Política de Redução de Danos: Criar ambiente acolhedor onde pessoas em risco possam buscar ajuda sem medo de demissão.
  • Campanhas de Conscientização: Promover palestras e workshops sobre saúde mental e dependência química.

📞 Recursos de Apoio:
• CAPS-AD: Atendimento gratuito pelo SUS
• CVV (188): Apoio emocional 24h
• Narcóticos Anônimos: na.org.br
• Alcoólicos Anônimos: aa.org.br